Percorria os paralelos da estrada antiga, da estrada velha, da estrada que desce e sobe e torna a descer e vi... vi, na penumbra de uma tarde de sol de verão, por entre a queda das folhas das árvores de Outono, algumas gotas de chuva e flores em estado nascente. Olhei o sol e indicava-me poente. Senti-me perdido!
Sentei no antigo passeio de madeira, bem no centro do largo das pombas e dos idosos, e cantei, cantarolei e encantei. Lembro-me, ainda hoje, que tentava imitar as músicas dos falcões... E que bem que imitava!
Sem saber como, porque não li as instruções, tropecei num caixote de ideias e lâmpadas e cheguei a partir uns quantos ovos! Ficaram estrelados! O sol do inverno tem esse poder!
Olhei à volta e vi duas tabuletas com as indicações: "<-- Naquela direcção, vais para ali" e "--> Naquela direcção, vais para lá"
(Estava perdido)
Olá rouxinol...

Sentei no antigo passeio de madeira, bem no centro do largo das pombas e dos idosos, e cantei, cantarolei e encantei. Lembro-me, ainda hoje, que tentava imitar as músicas dos falcões... E que bem que imitava!
Sem saber como, porque não li as instruções, tropecei num caixote de ideias e lâmpadas e cheguei a partir uns quantos ovos! Ficaram estrelados! O sol do inverno tem esse poder!
Olhei à volta e vi duas tabuletas com as indicações: "<-- Naquela direcção, vais para ali" e "--> Naquela direcção, vais para lá"
(Estava perdido)
Olá rouxinol...


1 comentário:
rouxinol... canta, brilha e tal como dizes tambem se sente perdido! tal e qual um barco a deriva por um rio que corre veloz...assim é o rouxinol que sustenta a sua voz! é ele..e só ele que canta... á procura de um lugar para pousar...cansado descansa, para depois voltar a voar...beijo
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